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Continue lendo →: The Boroughs: quando a promessa é maior do que a entregaThe Boroughs estreou em 2026 na Netflix carregando praticamente tudo aquilo que costuma despertar atenção imediata do público: um elenco reconhecido, uma estética misteriosa e uma sinopse que sugere suspense psicológico, tensão sobrenatural e profundidade emocional. Alfred Molina, Geena Davis, Bill Pullman, Clarke Peters e Alfre Woodard ajudam a construir…
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Continue lendo →: Amor de Índio: quando o amor vira canto, natureza e oração
Há músicas que não são apenas músicas. Elas parecem atravessar a gente como uma lembrança antiga, como se sempre estivessem ali, esperando o momento certo para serem ouvidas de novo. “Amor de Índio”, de Beto Guedes, é uma dessas canções. Mais do que uma composição marcante da MPB, ela é…
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Continue lendo →: A centralidade da Cruz“Você que destrói o templo e o reedifica em três dias, salve-se! Desça da cruz, se é Filho de Deus!” (Mateus 27:40) A cruz, outrora instrumento de vergonha e suplício, carrega em si um paradoxo que atravessa os séculos. Símbolo antigo, presente em diversas culturas e religiões, esteve frequentemente associada…
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Continue lendo →: Peaky Blinders: uma história que continua forte na série e no cinema
Peaky Blinders é uma daquelas obras que chamam atenção desde o primeiro contato. A série acompanha a família Shelby em Birmingham, no pós-Primeira Guerra Mundial, e ficou conhecida por unir crime, política, violência e uma estética muito própria. Ao longo das temporadas, a recepção crítica foi muito positiva, com destaque…
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Continue lendo →: Sociedade dos Poetas Mortos: um filme de cabeceira para quem acredita no poder da palavraExiste algo muito íntimo na ideia de “livro de cabeceira”. É aquela obra que não apenas lemos, mas revisitamos — porque ela continua falando conosco em diferentes momentos da vida. Para mim, essa ideia também se estende ao cinema. E, nesse lugar especial, está Sociedade dos Poetas Mortos.
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Continue lendo →: Hipocrisia: da arte da máscara à máscara da almaHipocrisia é uma palavra curiosa. No grego antigo, hypokritēs era o ator, e hypókrisis dizia respeito à atuação, à interpretação, ao representar um papel. A palavra nasce no teatro, portanto, ligada à arte da máscara e da presença cênica. Com o tempo, porém, o que era representação passou a ganhar…
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Continue lendo →: “Descobertas da semana”Normalmente a “Descobertas da Semana” do Spotify serve para ampliar repertório. Mas às vezes ela faz exatamente o contrário: lembra o quanto a música contemporânea pode se acomodar na superficialidade. Foi a sensação que tive ouvindo Só Para Você. Existe uma diferença importante entre minimalismo e pobreza estética. Há músicas…
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Continue lendo →: O eu que eu não conheçoHá algo de profundamente desconcertante na ideia de que nem sempre somos donos do que sentimos, do que pensamos ou do que desejamos. A imagem que costumamos ter de nós mesmos é a de um sujeito que decide, escolhe, organiza e controla a própria vida. Gostamos de imaginar que a…
