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Continue lendo →: Se Eu Quiser Falar com Deus: a busca que desmonta o buscador
Há canções que oferecem respostas. Há canções que formulam perguntas melhores. Se Eu Quiser Falar com Deus pertence a esse segundo grupo. Sua força não está em resolver o mistério, mas em conduzir o ouvinte até ele. Ao longo da canção, Gilberto Gil não descreve quem Deus é. Descreve o…
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Continue lendo →: Angústia, de Graciliano Ramos: quando a literatura mergulha na mente
Ler Angústia, de Graciliano Ramos, é entrar em um espaço onde o desconforto não é acidente, mas matéria principal da narrativa. O romance não se limita a contar a história de Luís da Silva; ele expõe, com rara precisão, o funcionamento de uma consciência atormentada, dividida, ressentida e incapaz de…
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Continue lendo →: A gente somos inútil? O Brasil de sempre, ouvido por Ultraje a Rigor
Há músicas que pertencem ao tempo em que foram lançadas; “Inútil”, do Ultraje a Rigor, pertence também ao tempo que insiste em voltar. Escrita em 1982, gravada em 1983 e depois incluída no álbum Nós Vamos Invadir Sua Praia (1985), a canção nasceu como sátira e acabou atravessando décadas como…
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Continue lendo →: The Boroughs: quando a promessa é maior do que a entregaThe Boroughs estreou em 2026 na Netflix carregando praticamente tudo aquilo que costuma despertar atenção imediata do público: um elenco reconhecido, uma estética misteriosa e uma sinopse que sugere suspense psicológico, tensão sobrenatural e profundidade emocional. Alfred Molina, Geena Davis, Bill Pullman, Clarke Peters e Alfre Woodard ajudam a construir…
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Continue lendo →: Amor de Índio: quando o amor vira canto, natureza e oração
Há músicas que não são apenas músicas. Elas parecem atravessar a gente como uma lembrança antiga, como se sempre estivessem ali, esperando o momento certo para serem ouvidas de novo. “Amor de Índio”, de Beto Guedes, é uma dessas canções. Mais do que uma composição marcante da MPB, ela é…
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Continue lendo →: A centralidade da Cruz“Você que destrói o templo e o reedifica em três dias, salve-se! Desça da cruz, se é Filho de Deus!” (Mateus 27:40) A cruz, outrora instrumento de vergonha e suplício, carrega em si um paradoxo que atravessa os séculos. Símbolo antigo, presente em diversas culturas e religiões, esteve frequentemente associada…
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Continue lendo →: Peaky Blinders: uma história que continua forte na série e no cinema
Peaky Blinders é uma daquelas obras que chamam atenção desde o primeiro contato. A série acompanha a família Shelby em Birmingham, no pós-Primeira Guerra Mundial, e ficou conhecida por unir crime, política, violência e uma estética muito própria. Ao longo das temporadas, a recepção crítica foi muito positiva, com destaque…
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Continue lendo →: Sociedade dos Poetas Mortos: um filme de cabeceira para quem acredita no poder da palavraExiste algo muito íntimo na ideia de “livro de cabeceira”. É aquela obra que não apenas lemos, mas revisitamos — porque ela continua falando conosco em diferentes momentos da vida. Para mim, essa ideia também se estende ao cinema. E, nesse lugar especial, está Sociedade dos Poetas Mortos.