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Continue lendo →: A vida infinita: bênção ou ilusão?Nos últimos anos, uma ideia que durante séculos pertenceu apenas à filosofia, à religião e à literatura começou a migrar para os laboratórios científicos e para os investimentos bilionários da tecnologia: viver indefinidamente.
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Continue lendo →: “Emergência Radioativa” e a memória que o Brasil não pode perder de vistaA nova minissérie da Netflix, Emergência Radioativa, chega como um daqueles lançamentos que ultrapassam a fronteira do entretenimento e encostam numa ferida histórica ainda sensível. Lançada em março de 2026, a produção tem cinco episódios, é um drama inspirado em fatos reais e acompanha físicos e médicos em uma corrida…
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Continue lendo →: O embaraço de ser genteDeixem-nos sozinhos, sem um livro, que não demora para que nos atrapalhemos, para que nos percamos, para que não saibamos a que aderir… Até para ser gente nos sentimos oprimidos; gente com corpo e sangue próprios e de verdade; Dostoiévski, Memórias do Subsolo Quando li essa passagem, senti uma espécie…
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Continue lendo →: Flor de Lis, de Djavan: a história e os mitos de uma canção eternaPoucas músicas da MPB atravessaram gerações com tanta delicadeza e mistério quanto “Flor de Lis”, de Djavan. Lançada em 1976, no álbum de estreia A Voz • O Violão • A Música de Djavan, a canção abriu o disco e ajudou a apresentar ao Brasil um compositor já dono de…
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Continue lendo →: O Som da Internet Antiga: Memórias de Disquetes, Chats e Madrugadas DigitaisComo era usar a internet nos anos 90? Neste capítulo nostálgico, relembro a época do modem barulhento, dos disquetes, do mIRC, do ICQ e das madrugadas esperando a conexão discada funcionar.
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Continue lendo →: Prometheus: ficção científica, mistério e a busca pelas origens da humanidadeSaiba por que Prometheus mistura ciência, filosofia e horror cósmico; análises, interpretações filosóficas e lista de filmes recomendados.
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Continue lendo →: Açaí – Djavan: quando a música cura aquilo que a vida quebraDjavan constrói em Açaí — canção presente no álbum Luz (1982) — um pequeno rito sonoro: versos que parecem fragmentos sensoriais soltos, mas que, lidos com atenção, formam uma imagem coerente de perda, recolhimento e reencontro.
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Continue lendo →: Por que resolvi traduzir e adaptar Meditações, de Marco AurélioAlguns livros atravessam séculos porque continuam falando diretamente com o coração humano. Um deles é Meditações, escrito pelo imperador romano Marcus Aurelius.
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Continue lendo →: Cartola — O Mundo é um MoinhoPoucos nomes na história do samba expressam tão bem a mistura de dureza da vida e doçura poética quanto Cartola. Sua obra atravessa gerações porque não é só música: é autobiografia, conselho, afeto e filosofia popular. Entre suas composições, “O Mundo é um Moinho” ocupa um lugar à parte — um poema…
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Continue lendo →: Resposta do Palácio Rio NegroAgradecendo pela sua mensagem, o Museu da República informa: O Palácio Rio Negro foi construído na década de 1880 para residência de Manoel Gomes de Carvalho (Barão de Rio Negro). Na década de 1990, o imóvel esteve cedido ao Estado do Rio de Janeiro e Prefeitura de Petrópolis, retornando à…