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Continue lendo →: Peaky Blinders: uma história que continua forte na série e no cinema
Peaky Blinders é uma daquelas obras que chamam atenção desde o primeiro contato. A série acompanha a família Shelby em Birmingham, no pós-Primeira Guerra Mundial, e ficou conhecida por unir crime, política, violência e uma estética muito própria. Ao longo das temporadas, a recepção crítica foi muito positiva, com destaque…
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Continue lendo →: Sociedade dos Poetas Mortos: um filme de cabeceira para quem acredita no poder da palavraExiste algo muito íntimo na ideia de “livro de cabeceira”. É aquela obra que não apenas lemos, mas revisitamos — porque ela continua falando conosco em diferentes momentos da vida. Para mim, essa ideia também se estende ao cinema. E, nesse lugar especial, está Sociedade dos Poetas Mortos.
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Continue lendo →: Hipocrisia: da arte da máscara à máscara da almaHipocrisia é uma palavra curiosa. No grego antigo, hypokritēs era o ator, e hypókrisis dizia respeito à atuação, à interpretação, ao representar um papel. A palavra nasce no teatro, portanto, ligada à arte da máscara e da presença cênica. Com o tempo, porém, o que era representação passou a ganhar…
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Continue lendo →: “Descobertas da semana”Normalmente a “Descobertas da Semana” do Spotify serve para ampliar repertório. Mas às vezes ela faz exatamente o contrário: lembra o quanto a música contemporânea pode se acomodar na superficialidade. Foi a sensação que tive ouvindo Só Para Você. Existe uma diferença importante entre minimalismo e pobreza estética. Há músicas…
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Continue lendo →: O eu que eu não conheçoHá algo de profundamente desconcertante na ideia de que nem sempre somos donos do que sentimos, do que pensamos ou do que desejamos. A imagem que costumamos ter de nós mesmos é a de um sujeito que decide, escolhe, organiza e controla a própria vida. Gostamos de imaginar que a…
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Continue lendo →: Autoridade para falar da Bíblia: o problema não é ser pecadorExiste uma ideia que aparece com frequência em discussões religiosas: “você não pode falar da Bíblia porque é pecador”. A afirmação parece espiritual, mas, quando examinada com cuidado, ela entra em choque com a própria lógica da Escritura. Se o pecado fosse critério para silenciar alguém, ninguém poderia falar. A…
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Continue lendo →: “Mr. Holland – Adorável Professor”: um filme sobre ensinar, viver e deixar marcasHá filmes que não parecem feitos apenas para entreter, mas para tocar algo silencioso dentro de nós. “Mr. Holland – Adorável Professor” é um deles. Lançado em 1995 e estrelado por Richard Dreyfuss, o longa acompanha a trajetória de Glenn Holland, um músico que, ao aceitar dar aulas por necessidade,…
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Continue lendo →: Religiosidade não é cristianismo: o culto à aparência e o evangelho da paciência zeroHá uma confusão antiga, persistente e bastante conveniente: achar que ir à igreja é a mesma coisa que viver o cristianismo. Como se sentar no banco, cantar os hinos, ouvir o sermão e sair com a Bíblia debaixo do braço transformasse automaticamente alguém em discípulo maduro. Há quem trate a…

