Livros

Capa do livro “República dos Primos”, mostrando três meninos sorridentes abraçados dentro de uma piscina improvisada no quintal, com um muro ao fundo e clima de infância simples.

República dos primos

República dos Primos é uma coletânea de crônicas afetivas, engraçadas e cheias de memória sobre três primos crescendo juntos entre os anos 80 e 90.
Entre a casa da avó, o quintal com rede de barbante, o Natal com salada de frutas e o Telejogo com dois botões, o livro resgata uma infância brasileira comum, mas inesquecível – daquelas feitas de bolha no pé, cafifa no céu e fita VHS que precisava rebobinar.

Com humor, leveza e emoção, o autor narra episódios vividos (e talvez inventados) que celebram a amizade, os vínculos familiares e a beleza das coisas simples.
Perfeito para quem viveu o tempo das locadoras, dos videogames 8-bits, do MSN, das orações na sala e dos medos noturnos como o disco da Xuxa ao contrário e o Fofão no escuro.

Mais do que nostalgia, República dos Primos é um abraço em forma de livro – para quem cresceu no mesmo terreno, só com nomes e calçadas diferentes.


Capa do livro “Notas do Invisível”, com fundo claro, o título em letras pretas e cinza, e a ilustração de uma pauta musical que se dissolve em um emaranhado abstrato de linhas, sugerindo som, caos e interioridade.

Notas do invisível

Um adolescente, gênio autodidata do piano, vive experiências musicais intensas e incontroláveis que parecem alucinações — músicas que nunca ouviu, mas que consegue tocar. Essas visões sonoras são uma bênção e uma maldição. Ele vive o conflito entre sua natureza livre e criativa e o rigor de um professor tradicional. Ao fundo, uma mãe com um segredo que se entrelaça com sua própria relação com a música e com Deus, revelando que talvez o dom do filho seja mais espiritual do que psicológico.

Ele não aprendeu música. Ele nasceu ouvindo o que ninguém mais ouvia.
Aos 14 anos, Samuel nunca teve uma aula de piano — mas toca como um mestre. Desde pequeno, ouve melodias que ninguém mais consegue escutar. Elas surgem, insistentes, como se o próprio mundo invisível estivesse tentando se comunicar. Seu pai acredita que é apenas talento. Seu professor insiste que sem teoria, não há arte. Sua irmã pequena apenas o observa em silêncio, como se já soubesse a resposta. Mas sua mãe… sua mãe guarda um segredo. Um segredo que talvez explique tudo — ou destrua tudo. Inspirado nos relatos reais do neurologista Oliver Sacks, Notas do Invisível é mais que um romance sobre música e genialidade: é uma jornada espiritual sobre dons, identidade, sacrifício e o que acontece quando Deus fala por meio de sons que ninguém mais consegue ouvir.


Contos que inspiram

A grande expectativa criada em torno deste livro, foi sentida pela vontade de seus autores em deixar seus legados para a posteridade. Relatar coisas que a nova geração nem podia imaginar o quanto seus ancestrais lutaram por vencer na vida,construir uma família, educar os filhos para a vida. Poder contemplar esse desejo no coração de cada um, se tornou muito compensador, poder ajuda-los nas suas produções literárias. Mesmo um tanto modesta, seu objetivo se torna muito grande e abençoador – quando em cada rosto o brilho vitorioso de quem chegou até aqui na sua caminhada cristã.